sexta-feira, 27 de setembro de 2013

45% dos homens sentem atração por amigas da mulher, diz pesquisa

Livro "The Normal Bar" traz dados de megapesquisa com 100 mil participantes, derruba alguns mitos e se propõe a revelar os novos padrões sexuais e afetivos dos casais

Portal Amador

Lançado semana passada nos Estados Unidos, o livro “The Normal Bar” pretende desnudar a vida sexual de casais ao redor do mundo. Baseada em uma pesquisa na internet com 100 mil pessoas de diferentes nacionalidades, a publicação reforça algumas percepções sobre sexo -- a de que os casados fantasiam com outras pessoas, por exemplo -- e derruba impressões antigas, como a de que mulheres não gostam de pornografia ou que casais com filhos transam muito menos que casais sem filhos.

Também quantifica, de maneira impactante, algumas percepções populares. Como o fato de 45% dos homens ouvidos se sentirem atraídos pelas amigas da mulher. Entre elas, a porcentagem de interessadas nos amigos do marido é menor: 26%.

Escrito pela expert em relacionamentos Chrisanna Northrup e pelos sociólogos Pepper Schwartz e James Witte, o livro é autointitulado como “a mais vasta pesquisa sobre relacionamentos românticos já feita”. Como o título sugere, a obra pretende definir quais são os padrões sexuais e afetivos dos casais dos dias atuais. Para produzir esse painel, foram ouvidos homens e mulheres em países como Canadá, Espanha, Itália, Inglaterra, China, França, Austrália e Filipinas, entre outros.

Confira a seguir alguns dos dados mais interessantes do levantamento:

Thinkstock Photos
Ouvindo 100 mil pessoas ao redor do mundo, pesquisa "The Normal Bar" tentou desvendar o que os casais andam fazendo debaixo dos lençóis

Infidelidade nos relacionamentos

Como mostra o dado já citado, pessoas casadas fantasiam em fazer sexo com outras pessoas que não o marido ou a esposa. Mas o levantamento mostra que esse desejo vai além das amizades dos parceiros. 90% dos homens admitem que tem desejo por mulheres que conhecem, que podem ser do trabalho ou de outro meio que eles frequentam. Já entre elas, a porcentagem é de 61%.

“A sexualidade é anárquica e o nosso desejo também, não é uma coisa que nós conseguimos controlar. O que podemos conter é nosso comportamento diante disso. Trair é uma escolha”, explica a psicóloga e terapeuta sexual Lana Harari, que não se surpreende com os dados apresentados.

E as pessoas que traíam, por que fizeram essa escolha? O tédio aparece como grande motivo para os homens e também para as mulheres, com 71% e 49%, respectivamente. O segundo lugar também foi o mesmo para ambos os sexos, com as pessoas traindo porque estavam com raiva do parceiro, com a porcentagem de 38% entre as mulheres e de 26% entre os homens.

Tudo o que você queria saber sobre o sexo

O livro traz ainda um calhamaço de dados quando se trata das aventuras dos casais em suas camas. Tanto os homens quanto as mulheres gostariam que seus parceiros fossem bem mais ousados na hora sexo. 94% deles tem esse desejo. Já entre elas, a porcentagem é um pouco menor, 78%.

Além da ‘ousadia’, mulheres e homens também querem outras coisas para o sexo ficar melhor com seus parceiros. Para ficarem mais satisfeitas na cama, elas querem preliminares caprichadas (25%), mais romance (20%) e espontaneidade e diversão (19%) de seus namorados e maridos.

A lista de três desejos dos rapazes é um tanto diferente. Os homens querem que suas parceiras aceitem fazer coisas novas (30%) e sejam mais ativas e menos passivas na hora do sexo (22%). Por fim, eles querem que elas façam mais barulho durante a transa (16%).

“The Normal Bar” também indicou as duas posições sexuais favoritas tanto dos homens quanto das mulheres. A posição conhecida como ‘cachorrinho’ ficou em primeiro com 40% e a ‘cavalgada’ em segundo, com 24%.

Thinkstock Photos
Entre os 25% dos casais que fizeram sexo anal, apenas 6% das mulheres e 2% dos homens não gostaram

Entre elas, o tradicional ‘papai e mamãe’ ainda faz sucesso, levando 30% da preferência, ficando em primeiro. A ‘cavalgada’ também ficou em segundo na preferência das mulheres, também com 24%.

A pesquisa internacional também revelou que 25% dos casais já fizeram sexo anal . Em países como França e Itália a porcentagem é maior, chegando a 46% e 45%, respectivamente. Entre os indivíduos de todo o mundo que praticaram a modalidade sexual, apenas 6% das mulheres e 2% dos homens não gostaram.

Divulgação
Capa do livro "The Normal Bar", que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil

Orgasmo e pornografia

O prazer do parceiro não é uma preocupação de todos os maridos e mulheres. 65% dos homens se preocupam se a parceira chega ao orgasmo . A porcentagem entre as mulheres é parecida: 67% delas ficam atentas para saber se eles ‘chegaram lá’.

A pornografia tem mais apelo com os homens do que as mulheres pesquisadas. 89% deles apreciam vídeos eróticos. Mas entre elas o índice ficou longe da minoria: 59%.

O estudo mostrou uma diferença significativa nesse tema. Os maridos e namorados preferem ver esse tipo de filme sozinhos, já as esposas e namoradas gostam de vê-los ao lado dos parceiros.

A maioria mente para o (a) parceiro (a)

Muita gente pode ficar chocada, mas a mentira faz parte dos relacionamentos bem-sucedidos. Pelo menos é o que sustenta a pesquisa. 69% dos casais que se dizem felizes admitem que mentem ocasionalmente aos parceiros. “São coisas como não contar o preço real de uma peça de roupa cara para não desagradar o outro”, explicam os autores do livro.

“Mentir muitas vezes é uma forma de ter alguma privacidade na relação, já que os parceiros de um casal frequentemente são tratados como uma pessoa só, uma entidade única sem individualidade”, analisa Lana. “Mas isso vira um problema quando a mentira é um segredo com a intenção de prejudicar o outro”, pondera a terapeuta.

Menos sexo para quem tem filhos?

Ao contrário do que muita gente imagina, não há muita diferença quando se compara a vida sexual de casais com ou sem filhos. Nas duas situações, as porcentagens de pares que fazem sexo diariamente, frequentemente, ocasionalmente ou raramente se equivalem.

Entre os casais sem filhos, as porcentagens exatas são: 41% dos pares transam 3 a 4 vezes por semana, 26% poucas vezes por mês, 12% raramente e 9% uma vez por mês. Quando se fala em extremos, ambos os números são baixos. 9% praticam sexo todo dia e 4% nunca o fazem.

Os casais com filhos apresentam dados quase iguais: 36% têm sexo 3 a 4 vezes por semana, 30% poucas vezes por mês, 15% raramente, 9% uma vez por mês, 6% diariamente e 6% nunca fazem. Vale lembrar que as porcentagens não somam 100% porque os números são arredondados.

Leia mais http://delas.ig.com.br/amoresexo/2013-02-14/45-dos-homens-se-sentem-atraidos-pelas-amigas-da-mulher-mostra-pesquisa.html

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Fotos de mulheres antes e depois da malhação

Veja estas 13 incríveis transformações de mulheres, antes e depois de uma mudança de estilo de vida, adicionando alimentação saudável e atividade física! Inspire-se!

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Homens podem fingir prazer e só 30% das mulheres já tiveram orgasmos múltiplos


É mesmo possível ter orgasmos múltiplos?
Sim, é possível sentir essas ondas de prazer de forma sucessiva. Mas vamos com calma, pois o “fenômeno” é raro. “Apenas 30% das mulheres têm orgasmos múltiplos eventuais”, conta Amaury Mendes Jr., ginecologista e professor do Ambulatório de Sexualidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A ginecologista Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite da Universidade Federal de São Paulo, lembra que quantidade não é qualidade. “A questão mais importante é se sentir satisfeita”, diz.

2. Qual a diferença entre o orgasmo vaginal e o clitoriano?
“Isso é um grande mito. O orgasmo é um só”, esclarece Carolina. O que muda é o local de estímulo. O orgasmo dito clitoriano é mais fácil de ser atingido porque o clitóris é um ponto específico, externo, de fácil acesso. O chamado orgasmo vaginal, no entanto, ocorre com o estímulo do interior da vagina. Mas a sensação é a mesma, acredite.

3. Alguma doença pode dificultar o orgasmo?
“Sim. Muitas enfermidades podem prejudicar o orgasmo, sejam elas de origem fisiológica ou psicológica”, responde Amaury. Diabetes e depressão são problemas citados pelo médico como exemplos, mas é grande a lista de enfermidades vilãs do prazer. “Algumas de fundo neurológico, que afetam a medula, podem até prejudicar em definitivo a questão sexual”, acrescenta Carolina.

“Mas os problemas psíquicos são de longe os maiores causadores da falta de libido”, aponta o ginecologista. Neste último caso, a terapia sexual, associada a medicamentos, se necessário, é o caminho mais indicado para resolver o problema. Além disso, muitos medicamentos alteram a libido. Nesse caso, é preciso informar o inconveniente ao médico.
4. O que é uma mulher frígida?
É preciso ressaltar que esse termo não é mais usado para definir alguém sem apetite sexual. “O termo médico para isso é síndrome do desejo sexual hipoativo”, clarifica Amaury. Feito o esclarecimento, o ginecologista ressalta que todo ser humano nasce com a capacidade de ter prazer. Segundo ele, eliminadas as causas fisiológicas, a ausência da libido geralmente é causada por questões morais e crenças. “Com a sexualmente reprimida, a mulher não consegue se entregar ao prazer”, completa Carolina.

5. O homem também pode fingir o orgasmo?
“Claro que sim. Muitas vezes, eles não estão com tanta vontade fazer sexo, mas só fazem para não decepcionar a parceira, fingindo o orgasmo da mesma forma que a mulher”, conta Amaury. Obviamente é muito mais complicado para eles, pois a falta de ejaculação pode denunciar o fingimento. Mas nem isso é regra, sabia? Carolina conta que, em alguns casos, a expulsão do esperma do pênis não vem necessariamente acompanhada de prazer.

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

As posições sexuais que dão mais prazer

Já passou da hora de sabermos o que realmente agrada o sexo oposto, né?
Então fizemos uma pesquisa, com homens e mulheres de diversas cidades do país, para tentarmos descobrir quais eram as 5 maiores preferências nacionais na cama.
Surpreendentemente o primeiro lugar geral foi uma unanimidade. A posição “cachorrinho” é a preferida tanto para homens, quanto para mulheres.  E o bacana deste empate é perceber que os brasileiros estão se dando muito bem na cama.
Veja no infográfico os resultados:

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Relacionamento à distância: saiba como lidar

Namoro à distância requer mais que amor

Por Cecilia Minner

Relacionamento à distância pode parecer o início do fim. Mas quem vive e aprende a lidar com as adversidades inerentes a essa situação sabe que o julgamento não passa de um preconceito. De fato, fácil não é. Um namoro entre casais de cidades diferentes exige paciência, compreensão e, principalmente, confiança no parceiro. A saudade pode ser amenizada com ligações e mensagens ao longo do dia. A solidão pode se tornar um momento propício para o autoconhecimento. E o sexo? Essa pode ser a parte mais difícil, mas há maneiras criativas de amenizar a falta do parceiro. Depois de conversar com especialistas em relacionamento e pessoas que já passaram por isso, reunimos abaixo dicas para ajudar os casais que estão distantes. Confira.  
  • 1
    Orgasmo do Prazer
    Comuniquem-se todos os dias
    Já que vocês não se veem com frequência, é importante que mantenham um bom diálogo. Conte como foi o seu dia de trabalho, como foi o encontro com os amigos, quem você conheceu de novo, algum episódio engraçado que tenha acontecido. Vocês não precisam ficar horas no telefone ou na internet, somente o suficiente para dividir as novidades. É uma forma de vocês não se distanciarem emocionalmente. É legal também mandar mensagens de texto ao longo do dia, isso pode dar a sensação de que vocês estão ainda mais próximos. Um telefonema inesperado, no meio da tarde, também pode fazer diferença.    
  • 2
    Confiança é pré-requisito
    Confiança é pré-requisito pra qualquer relacionamento à distância dar certo. Não adianta você querer controlar uma pessoa - mesmo próximo, cada um faz o que sente vontade. Mas, pense, se vocês continuam namorando, mesmo à distância, é porque se gostam, e é com você que ele(a) quer ficar. Não caia no erro de ficar interrogando o outro toda vez que ele(a) sair com os amigos, ou demorar para responder uma mensagem. "Quando matemos um relacionamento à distância temos a sensação de que trair é mais fácil. Mas se a relação for madura e forte, não é isso que vai favorecer uma traição”, explica a psicanalista Julia Nava, especialista em terapia de casal.
  • 3
    Ficar sozinho também é bom
    Se você se mudou para uma outra cidade, aproveite ao máximo esta nova experiência. Conheça novas pessoas, saia com um grupo para se entrosar, faça passeios para conhecer o local. "Se você continuou na mesma cidade, aproveite para rever antigos amigos e ficar mais tempo com a família. É um tempo só seu, então, faça tudo aquilo de que gosta", sugere a advogada Ana Miranda, de 29 anos, que há 10 meses namora à distância. "É um momento de descobrimento, tanto para quem vai quanto para quem fica. Ambos amadurecem com isso, inclusive, a relação. Quando uma pessoa consegue ficar bem sozinha, fazer programas que realmente gosta, mostra que ela se conhece bem. É meio caminho andado para ter um relacionamento de sucesso", recomenda a psicanalista, especialista em terapia de casal, Julia Nava.
  • 4
    Portal Amador
    Sexo virtual é alternativa
    Essa pode ser uma das questões mais difíceis de um relacionamento à distância, mas há maneiras de se satisfazer sexualmente até encontrar o parceiro. Já pensou em sexo virtual? "Você pode fazer um striptease, em frente a uma webcam, especialmente para ele. Sexo por telefone também pode ser uma ideia. Vocês podem dizer, ao telefone, exatamente o que gostariam de fazer, e deixar a imaginação voar", indica a terapeuta sexual Maria Scobar. Uma alternativa também é alugar um filme erótico e se divertir sozinho, ou até mesmo na "companhia" do parceiro. Mandar mensagens apimentadas pelo celular, dizendo suas fantasias e desejos daquele momento, é outra forma de não deixar a relação esfriar.
  • 5
    Faça um planejamento
    Namorar à distância significa, também, aumentar os gastos. Você começa a pagar ligações interurbanas ou internacionais, para conversar e mandar mensagens com frequência. Passagens de avião ou ônibus para ir visitar o namorado também devem entrar no orçamento do mês. E é imprescindível um planejamento para evitar maiores gastos com viagens de última hora. "Quando morei durante um ano no sul do Brasil e o meu namorado continuou no Rio de Janeiro, fizemos até planilha de orçamento com as passagens de avião e ônibus. Quando uma companhia aérea fez uma promoção, compramos as passagens para o ano todo", lembra a economista Mariana Verdes, de 30 anos.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

DICAS PARA TER UM NAMORO OU UM CASAMENTO DOS SONHOS

Não tem nada mais patético do que um homem com problemas afetivos.
Melhor dizendo, o modo como ele reage a seus problemas afetivos.
Se atrasa para o trabalho, esquece de entregar relatórios importantes no prazo e fica andando por aí com cara de peixe morto, como se estivesse com prisão de ventre ou cólicas renais. Se torna ridiculamente improdutivo.
Eventualmente termina o dia num bar, tomando uma dose dupla de whisky cowboy, porque é como “um macho” deve lidar com a situação.
homem-triste Droga, comprei o absorvente errado de novo, ela vai acabar comigo quando eu chegar em casa
Escrevo aqui nessa coluna sempre respondendo às dúvidas dos leitores sobre como resolver problemas de relacionamento. Mas hoje é diferente, não há perguntas e sim dicas para evitar que vocês me mandem tantas dúvidas.
Apesar de gastarmos a maior parte de nosso tempo agindo em função de relacionamentos passados, presentes ou futuros, não pensamos muito em como melhorá-los. A maioria dos homens se habitua a um certo modus operandi constituído em seus primeiros namoros e raramente muda após as primeiras experiências.
Isso conduz a uma infinidade de uniões frustantes, recheadas de traumas, casos mal-resolvidos e infidelidade.
Um homem infeliz no amor não trabalha direito, não cuida do corpo e não pensa com clareza. Age exatamente como o exemplo dado no início desse texto.
Então aí vai uma listinha com 11 truques que vão te manter bem longe dos dramas amorosos. E, por tabela, vão fazer sua produtividade pessoal crescer muito, já que não vai precisar gastar seu precioso tempo no bar, chorando as pitangas com o garçom.

As 11 Dicas do Dr. Love

foda Esse não sou eu, mas ele deve estar seguindo minhas dicas

1. Saiba escolher

Não deixe seu tesão ou falta de opções melhores fazer com que entre num relacionamento com uma mulher problemática. E por problemática digo excessivamente ciumenta, controladora ou uma daquelas sacanas, que dá mole até para seu melhor amigo.
Há quem diga que só percebemos quem a pessoa é de verdade após meses de namoro. Papo furado. Logo no primeiro mês, a outra pessoa já dá basicamente todas as indicações de quem é e como vai se comportar com você. Ignorar esses pequenos sinais é pedir pra ser enrabado sofrer as consequências no futuro.

2. Saia com seus amigos

Poucas coisas me irritam mais do que ver amigos meus que simplesmente decidem se tornar monges tibetanos após inciar um relacionamento. Quando a garota é daquelas mais atraentes então, estilo “pra casar”, há caras que ficam até com medo de certos amigos. Não querem ser levados de volta para o caminho da perdição…
Um homem não pode ter a mulher como prioridade de vida e deixar todo o resto de lado. No início ela vai achar lindo sua dedicação. Mas com o tempo vai começar a apertar a coleira, pois é exatamente isso que uma mulher faz quando sabe que o sujeito está comendo na mão dela.
Jamais deixe seus amigos de lado. Eles irão estar smpre contigo e sua mulher vai entender que você é um homem que sabe valorizar outras coisas além de uma noite de sexo.

3. A internet, o telefone e seu namoro

Não use msn e orkut para ficar conversando horas com sua namorada. No máximo mande recados apimentados ou algo que o valha. Você pode até usar esses recursos durante a conquista, mas após isso estar feito, deixe claro que você é ocupado – espero que seja, para não ter que fingir – e tem mais o que fazer.
Conversas no msn costumam ter aqueles momentos de falta de assunto ou então acabam levando a discussões sobre a relação online, o que é como comer um acarajé estragado. Uma merda. Bastante desagradável.
Nada daqueles emails com mensagens de powerpoint ou declarações de amor aleatórias. Converse com sua namorada pessoalmente ou por telefone. E faça as ligações objetivas. Seja carinhoso, mas nada de ficar amassando barro e fazendo aquela vozinha ridícula de bebê e comendo “L” igual o Cebolinha.

4. Esteja preparado para terminar a qualquer momento

Isso passa longe de agir de forma distante e fria, como alguns devem ter pensado. É justamente o contrário.
salto Tenha coragem para saltar quando chegar a hora, mesmo que não saiba aonde vai aterrisar
Significa ter força o suficiente para terminar com sua namorada, mesmo estando completamente apaixonado. Se ela agiu de forma a desrespeitá-lo ou humilhar você, não aceite.
O preço por continuar um relacionamento com uma pessoa que te tratou mal é muito alto. Ao abrir mão de parte de seu orgulho próprio ou sua dignidade, se torna um leão manco.
Nunca mais será respeitado da mesma maneira aos olhos de sua mulher. E garanto a vocês que o relacionamento irá entrar numa espiral descendente, com um desfecho nada bonito.
Não preciso e nem vou especificar o que significa desrespeito. Cada um tem sua própria balança. Não fujam da raia quando o momento pedir essa atitude.

5. Não permita que as discussões durem mais do que 15 minutos

Novamente, isso não é uma regra inflexível. Exagerei no número apenas para deixar claro que discussões com sua mulher não devem se prolongar indefinidamente. É nossa tarefa manter a objetividade e definir o momento de encerrar a contenda.
A lógica feminina é completamente distinta da nossa, especialmente quando o assunto é o relacionamento.
À medida que uma discussão se prolonga, a tendência feminina é puxar assuntos desconexos ou não-relacionados com o cerne da questão, transformando rapidamente a conversa numa briga sem qualquer propósito definido além de configurar você como culpado de uma série de crimes inafiançáveis.
Discussões são como nadar em alto mar. Se ficar muito tempo, cedo ou tarde aparece um tuarão e te ranca a perna.

6. O poder do contraste

Seja imprevisível.
Calmo e carinhoso num momento. Rude e sexualmente incontrolável em outro. Faça isso sem demonstrar descontrole, apenas deixe claro que você e um homem de muitas camadas e ela não deve esperar um comportamento previsível vindo de você.
Aja normalmente durante a semana e no Sábado leve-a para uma viagem sem aviso prévio. Faça com que ela tente decifrá-lo, sem nunca conseguir te entender totalmente.
Sempre que uma mulher diz que não consegue entender um homem, a tradução seria “Ele me deixa profundamente excitada, acho que vou levá-lo para a cama e ver se consigo entender melhor.”

7. A marca registrada

Há inúmeras maneiras de se ter uma marca registrada. Basicamente é algum hábito seu. Mas algo bacana. Peidar fedendo ovo podre ao lado dela não é um bom exemplo de marca registrada, e conheço muitos caras que fazem exatemente isso.
Estou falando de algum carinho especial, um beijo diferente que só você dá, coisas do tipo.
marca-registrada Se você tiver essa marca registrada na garagem, também serve
Tive uma namorada e durante o sexo, sempre após o orgasmo, eu dava uma mordida nela no mesmo lugar (o local é segredo hehehe). Forte o suficiente para deixar uma pequena marca, mas nada que a fizesse chorar. Com o tempo, ela passou a pedir a mordida. Tenho certeza de que ela vai lembrar disso por muito tempo.

8. Saiba conduzir

Tenha planos, saiba aonde ir e como chegar. Estou falando não somente de restaurantes e saídas do fim de semana, mas da vida como um todo. As mulheres anseiam por homens confiante.
Poucas coisas são mais broxantes do que caras que sempre perguntam…
“Então, bem, qual filme você quer ver hoje?… Onde quer comer depois?… Quer visitar sua mãe de novo?…”

9. Não leve sua mulher a sério demais

Lembram do conselho número 5? Então, quando surgir o prenúncio da próxima tempestade, corte o drama dando um puta beijo nela, emendando umas carícias quentes, enquanto diz ficar cheio de tesão com a braveza dela, e terminem na cama.
Se não colar, diga que lembrou de um compromisso urgente e vocês podem continuar a conversa depois. Aí você saí de casa, liga para algum amigo e senta no bar para tomar um Chopp, dar risadas e comer picanha com fritas.
Na volta, pegue um pote de sorvete qualquer. Quando sua mulher for retomar a discussão, pegue ela, o sorvete e vá continuar a conversa na cama… Pode soar machista, mas sexo bem-feito resolve 90% dos problemas de uma relação.

10. Seja fiel a si mesmo

Siga seus valores e princípios do início ao fim do relacionamento.
Dessa forma, não importa o modo como vai acabar, se ela foi infiel, se houve alguma crise ou qualquer outras coisa. A sua estrutura interna e seu auto-respeito foram mantidos. O fim vai ser duro, mas logo vai estar pronto pra outra.
O que deixa a maioria das pessoas desorientadas após o término de um relacionamento é justamente isso. Elas deixam de ser fiéis a si mesmas e fazem concessões demais, acabam esquecendo quem realmente são. Ao fim da relação, quando não estão mais com a parceria, perdem completamente o rumo de casa.

11. Tenha segredos

segredos Guarde alguns lados para a hora certa
Para encerrar, esqueça aquela conversa das mulheres de que os homens precisam se abrir mais e serem 100% honestos. Elas são as rainhas da omissão. Sempre que uma mulher diz que está sendo totalmente honesta com um homem, o real significado é:
“Eu te disse tudo o que você precisa saber e tudo o que considero relevante no momento. Por favor não me faça mais perguntas.”
Isso não é necessariamente ruim, é apenas algo a ser entendido.
Então, mantenha seus próprios segredos. Isso faz parte do charme, do jogo da sedução. Pois no dia em que uma das partes do casal pára de seduzir, é o prenúncio do fim.
A sedução nunca acaba. Por isso, tenha sempre cartas na manga, o mundo dá muitas voltas e nada melhor do que ter um trunfo no momento certo.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

AS ARMADILHAS DO INICIO DO NAMORO

Os erros, assim como os acertos, fazem parte de qualquer relação. Mas alguns equívocos comuns podem ser evitados para que o relacionamento seja satisfatório para o casal e se desenvolva de maneira saudável. Confira alguns deles a seguir.
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Achar que vai mudar o outro, adiar as conversas e deixar de lado os próprios interesses: armadilhas de início de namoro podem ser evitadas

1. Abrir mãos dos próprios interesses
Muitas vezes o namoro começa tão intenso que fica difícil prestar atenção em qualquer outra coisa que não seja o seu alvo de desejo. Assim, amigos, família e trabalho acabam ficando de lado. “O erro está em tornar-se uma pessoa desinteressante, que só sabe falar da própria relação com o parceiro, não tendo nada de novo e interessante para contar para ele no fim do dia”, analisa Thiago Almeida, psicólogo especializado em dificuldades do relacionamento amoroso.
“Ninguém quer viver com uma continuação de si próprio”, alerta Margareth Signorelli, coach de relacionamentos. “Nós admiramos e respeitamos pessoas que tenham seus compromissos, interesses próprios e que, muitas vezes, os coloquem como prioridade. Isso demonstra personalidade da parte delas e as torna atraentes”, completa.
Leia também: mulheres acham sexo com parceiro confiável "mais quente"
2. Achar que ele (a) vai mudar
Esse é um erro clássico dos relacionamentos. Quem nunca ignorou uma conduta muito incômoda do (a) parceiro (a) na esperança de que ele (a) mudaria no futuro? “Você pode tentar mudar alguns comportamentos simples, pedindo, por exemplo, que ele pare de colocar a toalha molhada em cima da cama ou deixe de jogar roupas no chão”, explica Margareth, dizendo que não é possível fazer o mesmo com as características de personalidade de uma pessoa. “Tentar mudar isso vai te tornar uma pessoa repetitiva e frustrada”, diz.
Leia também: o que podemos aprender com relacionamentos que dão errado
Para quem se depara com uma situação como essa, a coach de relacionamentos aconselha fazer uma lista com as cinco qualidades e os cinco defeitos do (a) parceiro (a), fazendo assim um balanço para ver ser o positivo compensa o negativo. “Isso ajuda a deixar claro na cabeça o que queremos e o que definitivamente não queremos de alguém”, pontua Margareth.
3. Cobrar demais do outro
Quando se sentem inseguras a respeito do futuro da relação, é comum surgirem as cobranças excessivas sobre o (a) parceiro (a). Margareth diz que essa não é a melhor maneira de identificar as intenções de alguém. Segundo ela, o foco deve estar nos comportamentos e nos sinais que o outro nos envia, não apenas no que ele nos diz.
Leia também: como brigar a "boa briga"
“É fácil perceber se alguém está interessado em continuar um relacionamento. Basta prestar atenção, por exemplo, em comportamentos mínimos, como receber ligações com frequência, fazer planos para o final de semana ou mesmo ouvir com atenção o que você fala”, descreve a coach de relacionamentos.
4. Subestimar os conflitos
As brigas não devem ser evitadas a qualquer custo numa relação. Pelo contrário, muitas vezes elas são uma maneira de manifestar e tentar resolver alguma insatisfação da vida a dois. Mas se no início do namoro esses embates entre o casal são constantes e muito intensos, é preciso ligar o sinal de alerta. “Perceba quais são os motivos dos conflitos e como eles são resolvidos”, aconselha Margareth, indicando uma autoanálise para o casal.
A coach de relacionamentos diz que nessa autoanálise é preciso identificar se a dinâmica entre o casal é baseada na confiança e numa comunicação saudável. “Se os conflitos não têm motivos claros e as resoluções acontecem sempre após exaustivas discussões, este é um grande indício de que esse será um relacionamento conturbado sempre”, explica.
Conheça os 11 livros que mudaram a história do sexo
5. Adiar a conversa inevitável
Se o outro não dá sinais e muito menos diz o que quer da relação, não há outro jeito: é preciso solucionar essa dúvida por meio de uma conversa séria. “Não é bom ficar adiando eternamente esse papo. Uma hora ele precisa acontecer. Do contrário, você vai acabar ficando irritada e até agressiva com o (a) parceiro (a). É importante saber se os dois querem o mesmo da relação”, alerta Thiago.
Mas a abordagem deve ser acertada. “Diga o que sente e não o que você espera que ele faça”, sugere Margareth, acrescentando que a conversa deve ser feita calmamente e não em tom de cobrança. “Você irá mostrar que respeita os sentimentos dele, sugerindo que ele faça o mesmo com os seus”, prossegue a coach de relacionamentos.
Independentemente dos erros e acertos, Margareth aponta quatro fatores fundamentais para uma relação dar certo: atratividade, compatibilidade, comunicação e mesma visão de futuro. “Se esses pontos não forem saudáveis, provavelmente, esse relacionamento não chegará a lugar algum e você estará perdendo seu tempo”, finaliza.
>>> A relação engatou? Veja na galeria abaixo 30 lições que os filmes ensinam sobre a vida a dois.

Fonte:  http://delas.ig.com.br/amoresexo/2013-05-25/cinco-armadilhas-do-inicio-de-namoro.html 
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Amor, sexo e um outro sentimento

Quantos “amam” para humilhar o outro com seu “imenso” amor? Quantos “amam” por egoísmo?
Nos anos 70, amor e sexo passaram por uma revolução meio confusa. As paixões eram súbitas, e as separações, sem aviso.

Sumira do amor o desejo de eternidade, havia um sexo experimental no ar que almejava o “desregramento de todos os sentidos”, em busca de um nível mais alto de consciência. Eram caretas a possessividade, a fidelidade. Os casamentos e namoros firmes perderam o rumo, pois nos faltavam as regras da tradição. No entanto, as emoções fundamentais estavam ali, disfarçadas, mas presentes: posse, ciúme, medo.

O que faz o amor tão inquietante é o medo da rejeição, da perda do objeto ou, mais simplesmente, da dor-de-corno. Eu já sofri monumentais dores-de-corno, e elas me ensinaram muito.

Acho mesmo que o homem só vira homem quando recebe chifres didáticos. Só aí o macho onipotente conhece o desespero da condição humana. A dor-de-corno é física, é uma experiência de morte. A mulher te diz: “Vou embora com fulano porque não te amo mais!” Aí, você morre. E a pessoa perdida passa a ter um halo divino. Eu já escalei muro com cacos de vidro para ver a janela acesa de uma amada, eu já rolei no meio-fio por causa de mulher. Se o amor te preenche de sentido, a dor-de-corno te feminiza, te exclui do universo, você fica ridículo, pois o corno não inspira compaixão, apenas um deboche dissimulado. Por isso, vou narrar um caso que nunca contei para ninguém.

Uma vez, há mais de trinta anos, fui largado por uma mulher, assim... de repente. Ela entrou em casa de madrugada e declarou: “Vou embora com fulano amanhã de manhã.” E desmaiou num sono profundo e desesperado. E eu fiquei sentado, ouvindo o pêndulo do relógio até o dia clarear na janela, como uma ferida se abrindo. Nada pior que sofrer de manhã.

É mais terrível a solidão com o sol na cara, na rua, as pessoas trabalhando, rindo, e você como um zumbi na cidade irreconhecível. Copacabana virou um pesadelo nos dias seguintes.

Eu andava como o chamado “farrapo humano” pelo Posto Seis. Tinha vontade de cortar a cabeça para parar de pensar nela. Tudo era ela.

Uma noite (de noite, a solidão dói menos...), entrei bêbado num botequim ali do Posto Seis, perto da Galeria Alaska.

O corno bêbado tem dois estados básicos: ou está caído no meio-fio chorando lágrimas de esguicho ou tem desajeitados arrancos de ousadia, com esperança de parar de sofrer. Entrei no boteco a fim de aprontar alguma coisa, um ato, um fato que me fi zesse entrar de volta na vida normal. “Me dá um limãozinho aí”, ordenei com pastosa determinação. O paraíba botou a cachaça.

Olhei para o lado, feroz, ostentando macheza, e vi duas prostitutas perto do balcão, tomando média com bolo. Uma delas, branquinha e fraca; e a outra, preta, preta mesmo, zulu, gorda e colorida pela luz de néon que brilhava em seus braços negros. Chamei a preta, ostentando confiança: “Vamos até lá em casa etc. e tal?” A preta me olhou, pegou a bolsa e saiu rebolando na frente. Meu desejo era a conspurcação, uma forma invertida de purificar-me, prática que muita gente conhece. Atravessamos a rua molhada, até o prédio onde eu morava. Ela, calma; eu, trôpego, tentando a linha reta.

Ela chamava-se Áurea – nunca esqueci esse nome luminoso.

Áurea subiu no elevador me examinando, a mim, cambaleando e babujando as habituais bobagens de freguês. Ela, quieta, me olhando. Entramos em casa e eu desabei numa poltrona, enquanto Áurea olhava a casa em silêncio. Olhou em volta a bagunça dramática. Viu roupas de mulher jogadas numa poltrona (eu dormira agarrado numa saia) e perguntou onde estava minha esposa. Pronto; foi a senha para uma longa queixa de dores, uma confissão de meus infortúnios. Não sei por quê, talvez por me ver diante de uma experiente mulher “da vida”, desfiei todos os meus segredos, minhas dores mais vergonhosas, minhas lágrimas mais íntimas, para Áurea, que me olhava com um sorriso receptivo, seios francos, quadris e coxas negras, me ouvindo, me ouvindo. Estava ali uma profissional pobre, vida dura, sofrida, atenta àquelas queixas burguesas que eu derramava. Seu rosto não era nem de desprezo nem de falsa simpatia. Depois de ouvir meu papo longo (corno adora reclamar), ela começou a me dizer frases simples, óbvias, mas com uma doçura e compaixão que eu nunca vira antes: “Mulher não presta, não liga, não, o tempo resolve tudo, você é moço...”. Depois, Áurea se levantou e disse que eu precisava me organizar, não fi car fraco. Lembro-me de que ela disse: “O corpo cai, mas a alma tem de ficar de pé...”, algo assim. Olhou em volta e comentou: “Este teu apê está uma zona, hein?” Em seguida, foi até a cozinha, onde pegou os pratos sujos, empilhados, pedaços de pizza no chão, panelas gordurosas, e, com a destreza linda das mulheres pobres, botou tudo brilhando em 15 minutos. Arrumou tudo nas prateleiras, foi até minha cama de corneado e ajeitou lençóis e colchas, dobrou minhas roupas, ajeitou travesseiros.

Eu olhava tudo, tonto, e caí na cama. Áurea ajeitou mais coisas, se deitou a meu lado e me botou entre seus seios de mucama, ama-de-leite, passando a mão em meus cabelos e repetindo que “mulher não vale uma lágrima”. E foi assim que ela me fez amor, a mim, passivo e soluçante. Depois, Áurea se levantou e foi embora. Não aceitou o dinheiro que eu tentei lhe dar. E sumiu, escura, na noite negra.
Texto extraído do livro Pornopolítica. Gostou e quer comprar o livro? clique aqui

Portal Amador

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Amor e sexo, é preciso aprender ou não?

 Para casar: Marry Me Already 
Alfonso Aguiló

Aprender a amar
Um certo treino
Educar a sexualidade
Autodomínio sobre a imaginação e os desejos
O amor é a realização mais completa das possibilidades do ser humano. É o mais íntimo e o maior, é onde ele encontra a plenitude do seu ser, a única coisa que pode absorvê-lo inteiramente.
O prazer que deriva da sua expressão no amor conjugal é talvez o mais intenso dos prazeres corporais e também talvez o que mais absorve. O entusiasmo que produz uma paixão pura e sincera retira o homem ou a mulher de si mesmo para se entregar e viver para o outro: é o maior entusiasmo que a maioria dos seres humana tem na sua vida.
Quando o prazer e o amor se unem em entrega mútua, então é possível alcançar um alto grau de felicidade e prazer. Em contrapartida - como escreveu Mikel Gotzon Santamaria - quando se prima pela busca do simples prazer físico, esse prazer tende a converter-se em algo momentâneo e fugidio, que deixa um rasto de insatisfação. Porque a satisfação sexual é na realidade apenas uma parte, e talvez a mais pequena, da alegria da entrega sexual de alma e corpo própria da entrega total do amor conjugal.
- Mas, nem sempre é fácil distinguir o que é carinho do que é fome de prazer.
Às vezes é muito claro. Outras, nem tanto. Em qualquer caso, na medida em que se reduza a simples fome de prazer, está-se a usar a outra pessoa. E isso não pode ser bom para nenhum dos dois.
Quando se usa a outra pessoa, não a amamos, nem sequer a respeitamos, porque se utiliza e se rebaixa a sua intimidade pessoal.
O terreno sexual oferece, mais do que outros, ocasiões para se servir das pessoas como se fossem um objeto, ainda que seja inconscientemente. A dimensão sexual do amor faz com que este possa inclinar-se com certa facilidade para a busca do prazer em si mesmo, uma utilização que sempre rebaixa a pessoa, pois afeta a sua mais profunda intimidade.
Sendo o sexo expressão da nossa capacidade de amar, toda a referência sexual chega até ao mais fundo, ao núcleo mais íntimo, e implica a totalidade da pessoa. E, precisamente por possuir tão grande valor e dignidade, a sua corrupção é particularmente corrosiva.
Cada um faz do seu amor o que faz da sua sexualidade.
Aprender a amar
O homem, para ser feliz, tem de encontrar resposta para as grandes questões da vida. Entre as questões que afetam o homem em qualquer tempo e lugar, que apelam ao seu coração, que é onde se desenvolve a trama mais importante da sua história, está, inquestionavelmente, a sexualidade.
O homem procura encontrar resposta a perguntas capitais como: que devo fazer para educar a minha sexualidade, para ser dono dela?, pois, por sua vez, o corpo da outra pessoa apresenta-se como reflexo dessa pessoa e também como ocasião para dar rédea solta a um desejo de auto-satisfação egoísta.
- Consideras então a sexualidade um assunto muito importante?
O governo mais importante é o de si próprio.
Se uma pessoa não adquirir o domínio necessário sobre a sua sexualidade, vive com um tirano dentro de si.
A sexualidade é um impulso genérico entre qualquer macho e fêmea. Em contrapartida, o amor entre um homem e uma mulher procura a máxima individualização. E, para que o corpo seja expressão e instrumento desse amor individualizado, é preciso dominar o corpo de modo a que não fique subjugado pelo prazer imediato e egoísta, e, acima de tudo, atue ao serviço do amor. Porque, se não se educar bem a própria afetividade, é fácil que, no momento em que deveria brotar o amor puro, se imponha a força do egoísmo sexual. Visto que, no momento em que a sexualidade deixar de estar controlada, começa a sua tirania.
Como dizia Chesterton, pensar numa desinibição sexual simpática e desdramatizada, na qual o sexo se converte num passatempo bonito e inofensivo, como uma árvore ou uma flor, seria uma fantasia utópica ou um triste desconhecimento da natureza e da psicologia humanas.
Um certo "treino"
Apenas as pessoas podem participar no amor. Todavia, não o encontram já pronto e preparado em si próprias. Se uma pessoa permitir que a sua mente, os seus hábitos e as suas atitudes se impregnem de desejos sexuais não encaminhados para um amor pleno, resultará que pouco a pouco se vá deteriorando a sua capacidade de amar verdadeiramente, e estará permitindo que se perca um dos tesouros mais preciosos que todo o homem pode possuir.
Se não se esforçar por retificar esse erro, o egoísmo far-se-á cada vez mais dono da sua imaginação, da sua memória, dos seus sentimentos, dos seus desejos, e a sua mente ir-se-á enchendo de um modo egoísta de viver o sexo.
Tenderá a ver o outro de um modo interesseiro, apreciará acima de tudo os valores sensuais ou sexuais dessa pessoa e fixar-se-á muito menos na sua inteligência, nas suas virtudes, no seu caráter ou nos seus sentimentos. O despertar do prazer erótico antes do tempo costuma ocultar a necessidade de criar uma amizade profunda e pura. Aliás, uma relação baseada apenas numa atração sensual, tende a ser flutuante pela sua própria natureza, e é fácil
que em pouco tempo - ao desvanecer-se esse atrativo - acabe em decepção, ou
até numa reação emotiva negativa, de antipatia e desafeto.
- Consideras difícil de retificar essa deterioração no modo de ver o sexo?
Depende da profundidade que tenha a deterioração e, sobretudo, de se é firme ou não a decisão de a superar. O fundamental é reconhecer sinceramente a necessidade de proceder a essa mudança e decidir-se verdadeiramente a realizá-la.
É como um desafio: é preciso purificar, encher de higiene a imaginação, de limpidez a memória, de claridade os sentimentos, os desejos, a pessoa na totalidade.
É - em um outro âmbito muito mais sério - como treinar-se para recuperar a frescura e a agilidade depois de ter perdido a boa forma física.
- E não é um pouco artificial isso de treinar-se? Não chega ter as idéias claras?
No amor, tal como acontece na destreza de qualquer desporto, ou na maioria das habilidades profissionais, ou em tantas outras coisas, se não há suficiente prática e treino, as coisas saem mal.
Para aprender a ler, a escrever, a dançar, a cantar, ou inclusive a comer, é preciso predispor-se, seguir uma certa aprendizagem e adquirir um hábito positivo, senão faz-se de forma tosca e rude. Para expressar qualquer coisa bem e com alguma graciosidade convém treinar-se, cultivar-se um pouco. Quando uma pessoa não o faz, torna-se-lhe difícil expressar o que deseja. Sente a frustração de não poder comunicar o que tem dentro, de não poder realizar os seus sonhos. E isso acontece tanto ao expressar-se verbalmente como ao expressar o amor. Se não educamos a nossa capacidade de amar e de nos entregarmos por inteiro, em vez de expressar amor comportar-nos-emos de forma rude, como sucede a quem não sabe falar ou comer.
Cultivar-se assim é uma forma de se aproximar ao que cada um entende que deve chegar a ser. Com esse esforço de automodelação pessoal, de autoeducação, o homem faz-se mais humano, personaliza-se um pouco mais a si próprio.
Educar a sexualidade
É pena que muitos limitem a educação sexual à informação sobre o funcionamento da fisiologia ou da higiene da sexualidade. São coisas inquestionavelmente necessárias, mas não são as mais importantes e, acima de tudo, são coisas que hoje quase todos já sabem de sobra.
Em contrapartida, o autodomínio do apetite sexual e, por conseguinte, da imaginação, do desejo, do olhar, é uma parte fundamental da educação da sexualidade a que poucos dão a importância devida.
- E por que razão lhe você dá tanta importância?
Se não se conseguir essa educação dos impulsos, a sexualidade, como qualquer outro apetite corporal, atuará a nível simplesmente biológico, e então será facilmente presa do egoísmo típico de uma apetência corporal não educada. A sexualidade expressar-se-á de forma parecida a como bebe e come ou se expressa uma pessoa que quase não recebeu educação.
Necessitamos de um olhar e de uma imaginação treinados para considerarmos as pessoas enquanto tais e não como objetos de apetite sexual. Por isso, quando na infância ou na adolescência se introduzem as pessoas num ambiente de freqüente incitação sexual, comete-se um grave dano contra a afetividade dessas pessoas, um atentado contra a sua inocência e a sua boa fé.
- Não exageras um pouco?
Ainda que pareça demasiado forte, penso que não exagero, porque tudo isso tem algo de atentado contra um inocente. Romper nesses rapazes e raparigas o vínculo entre sexo e amor é uma forma perversa de quebrantar a sua honestidade e a sua sensatez, tão necessárias nessa etapa da vida. Os primeiros movimentos e inclinações sexuais, quando ainda não estão corrompidos, têm uma mescla de entusiasmo, de amor puro, de juventude.
Irromper neles com a mão grosseira da sobre-excitação sexual danifica torpemente a relação entre rapazes e raparigas. Nas palavras de Jordi Serra, "não se maltratam atando-os com uma corda, mas escravizam-se submergindo-os num mundo irreal".
Como escreveu Tihamer Toth, a castidade é a pedra de toque da educação da juventude. Pela intensidade e veemência do instinto sexual, esta virtude é das que melhor manifestam o esforço pessoal contra o vício. Talvez por isso a história seja testemunha de que o respeito à mulher sempre tenha sido um índice muito revelador da cultura e da saúde espiritual de um povo.
Autodomínio sobre a imaginação e os desejos
Tal como o uso inadequado do álcool conduz ao alcoolismo, o uso inadequado do sexo provoca também uma dependência e uma sobre-excitação habitual que reduz a capacidade de amar. E, de maneira semelhante, tal como o paladar se pode estragar pelo excesso de sabores fortes ou picantes, também o gosto sexual estragado pelo erótico se torna cada vez mais insensível, mais ofuscado para perceber a beleza, menos capaz de sentimentos nobres e mais ávido de sensações artificiais que com facilidade conduzem a desvios estranhos ou a aborrecimentos máximos. Alimentar o instinto sexual em demasia leva a um funcionamento anárquico da imaginação e dos desejos.
Quando uma pessoa adquire o hábito de se deixar arrastar pelos olhos, ou pelas suas fantasias sexuais, a sua mente tenderá a uma carga de erotismo que disparará os seus instintos e lhe dificultará conduzir a bom porto a sua capacidade de amar.
- E não haverá outra solução senão reprimir-se?
Penso que não é uma questão de reprimir-se, mas antes de direcionar bem os sentimentos. Basta que a vontade se oponha e se distancie dos estímulos que resultam negativos para a própria afetividade. É preciso travar os arranques inoportunos da imaginação e do desejo, para assim ir educando essas potências, de forma a que sirvam adequadamente a nossa capacidade de amar. Entender isto é decisivo para captar o sentido desse sábio preceito
cristão que diz: não consentirás em pensamentos nem em desejos impuros.
Quem se esforçar nessa linha pouco a pouco aprenderá a conviver com o seu próprio corpo e com o dos outros, e tratá-los-á como merece a dignidade que possuem. Gozará dos frutos de ter adquirido a liberdade de dispor de si e de poder entregar-se ao outro. Viverá com a alegria profunda de quem desfruta de uma espontaneidade madura e profunda, na qual o coração governa os instintos.
 



(Alfonso Aguiló - Interrogantes.net)
Fonte: site
Aldeia
Digital Tv PC

Relacionamento, amor e sexo


Relacionamento, amor e sexo são três conceitos bem diferentes e que prendem a atenção de toda a mulher. A realização pessoal da mulher e a sua felicidade passam muito pelos seus sonhos e desejos no relacionamento com o sexo oposto. O sonho de toda mulher é juntar os três num só, e que em seu relacionamento exista muito amor e sexo. Mas é difícil concretizar esse ideal, e a maior parte das mulheres se contentam com só um desses conceitos, ou vão mudando a forma como procuram a felicidade ao longo da sua vida. A busca do prazer pode guiar as mulheres a procurar sexo causal, deixando de lado o amor e não colocando a hipótese de arrumar um marido. Pode-se viver um grande amor sem sexo e sem relacionamento. Muitas mulheres sofrem de amor por um homem, sonhando que ele venha a ser seu namorado ou seu marido. Outras vezes, a vida toma outro rumo, mas a mulher fica sonhando com aquele homem que seria o ideal, mas prefere ter um relacionamento, ser uma esposa dedicada e deixar de lado esses sonhos. Pode até acontecer que um relacionamento não exista amor nem sexo, como num casamento que só se mantém para manter a aparência na sociedade. Mas, na verdade, quando a mulher casa ou encontra um homem pelo qual se apaixona decididamente e se torna seu namorado, sua expetativa é que relacionamento, amor e sexo sejam um só conceito, materializado no seu homem! E não é impossível manter esse alto astral – depende das circustâncias em torno do casal mas também do caráter e determinação com que homem e mulher irão enfrentar as dificuldades que a vida lhes vai colocar. Se continuará a falar aqui de tudo o que diz respeito a relacionamento, amor e sexo. As leitoras saberão o que podem esperar de um relacionamento, avaliar o papel do seu namorado ou marido em suas vidas, e saber novidades e curiosidades interessantes para a sua realização pessoal. E, quem sabe, estarão mais esclarecidas para escolher um rumo novo e diferente em suas próprias vidas! Conquista Feminina

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Posições sexuais para o orgasmo feminino - Clitóris em foco!

posicoes sexuais
O alcance do orgasmo feminino ainda é uma incógnita para muitas pessoas. Diferentemente dos homens, não é em toda relação sexual que a mulher atinge o ápice do prazer.
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Algumas passam a vida inteira sem entender o que estimula o clitóris e sem experimentar a sensação.O clitóris é o maior responsável pelo alcance do êxtase feminino.
Existem algumas posições que não garantem pressão e fricção suficiente para estimulá-lo e satisfazer a mulher. Confira algumas dicas para alcançar seu prazer em posições sexuais deliciosas:
  • Mulher no comando - o casal deve ficar deitado, a mulher por cima e ambos com as pernas retas e juntas,
  • Doce Gangorra - uma variação do papai e mamãe, mas o homem deve ficar com o corpo erguido e o movimento deve ser feito pelos dois ao mesmo tempo,
  • Coladinhos de lado - de lado, com o homem por trás da mulher,
  • Cadeira safada - sentados, a mulher em cima do homem e com os pés apoiados no chão, ela controla os movimentos e
  • Costas quentes - os dois de bruços, com ela por baixo, o homem com o corpo erguido e as pernas dos dois mais juntas possíveis.
  • Mulher no comando <br />(Foto: reprodução/kamaday)
  • Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/posicoes-sexuais-para-o-orgasmo-feminino-clitoris-em-foco-3-1-31-3.html

10 dados curiosos sobre os hábitos sexuais dos brasileiros

O Sexlog , revelou alguns dados curiosos sobre os hábitos sexuais dos brasileiros. Com mais de 6 milhões de usuários cadastrados, a ma...