segunda-feira, 24 de abril de 2017

Veja como manter um bom relacionamento com seu ex


O fato de querer ou não manter uma boa relaçao com seu ex é, sem dúvida, uma questão muito pessoal. Contudo, relacionar-se de forma saudável com aquele que foi seu parceiro tem muitas vantagens. Mesmo que nem sempre seja fácil manter um relacionamento cordial, isso pode ser fundamental em alguns casos, por exemplo, se há uma criança no meio ou se vocês precisam se ver com frequência.


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Estude e cresça

A vida dá muitas voltas, e você nunca sabe o que pode vir a acontecer. Mesmo que seja por puro egoísmo, e por isso dizem que é preciso ter um amigo até no inferno, dar-se mal com seu ex só irá aumentar a negatividade, que irá se estender a tudo o que a sua relação tocar.

 

A seguir, veremos algumas formas de manter um bom relacionamento com seu ex..

1 – Deixe o passado para trás

O passado é uma carga muito pesada que não nos deixa avançar. Deixe para trás os erros, as mentiras, as falsidades, o tédio. Olhe para a frente e caminhe sem bagagem. Aprenda com a experiência:  o aprendizado é a única coisa que você tem que levar consigo.

Se você carregar tudo isso, não poderá olhá-lo nos olhos nem manter uma conversa sem que algo respingue e estrague o momento. Se você está no trabalho, com as crianças ou com amigos em comum, isto estragará tudo, afetará as suas outras relações pessoais e talvez até a sua vida profissional.

2 – Não discuta sobre o que não tem solução

Às vezes, não é fácil deixar tudo para trás, e sem querer surge um problema antigo. Morder a língua ajuda a fazer com que não surjam novos motivos de discussão. Se já não há remédio, não serve de nada continuar insistindo.
Por outro lado, a experiência deve ter lhe ensinado até onde você pode continuar com a discussão com seu ex, e inclusive prever se essa discussão leva ou não a algo. Escolha as suas batalhas e não use as suas armas naquelas que você não pode ganhar.  Simplesmente recolha-as e mude de cenário.

 

3 – Defenda-se

Você tem a obrigação de se manter firme e defender a sua postura quando for necessário. Deixar o passado para trás não significa esquecer por que certa decisão foi tomada.

Você deve se fazer respeitar do mesmo jeito que você respeita ao outro. A diferença de pontos de vista é o motivo subjacente de todo términ, e isso continuará sendo assim. Respeitar e fazer respeitar esses pontos de vista opostos ou não complementares permitirá manter uma relação cordial, na medida do possível.

4 – Perdoe ao outro e a você mesmo

Isto não é fácil, mas é necessário. Em qualquer problema entre duas pessoas há uma responsabilidade compartilhada. Perdoar a si mesmo e ao outro é algo necessário para avançar, principalmente quando é preciso manter uma relação cordial com o ex-cônjuge.
Não perdoar alimenta a ira, o ódio, a culpa, a vingança e a amargura, emoções inúteis para abrir a porta de uma vida nova, para começar a ser a pessoa que você quer ser de verdade.

5 – Seja compassivo e compreensivo

Talvez o outro não mereça, mas você sim. Mesmo que não aprecie, você deve fazê-lo. Mostre ao outro, e principalmente, a você, que você está por cima de tudo o que passaram juntos, que você pode superar a situação e que, mesmo que doa, a pressão não lhe faz descer, e sim subir.

Uma atitude compreensiva e compassiva lhe permitirá superar o rancor e deixar para trás essa bagagem pesada, que tantas vezes parece estar amarrada a você com mil nós.
Dar-se bem com um ex

6 – Mantenha uma distância saudável

Manter uma relação com seu ex também pode despertar alguma emoção confusa. Ser amável, compreensivo e inclusive carinhoso pode dar lugar a más interpretações.
Se o que você deseja é tentar novamente, você precisa primeiro solucionar o que provocou o término, e se assegurar de que é algo possível de salvar. 

Porque há coisas que não mudam, e não só no outro, mas também em você mesmo.
Manter uma distância saudável é a melhor forma de não causar mal entendidos e de se dar a oportunidade de esclarecer as coisas, especialmente no que se refere a você mesmo.

7 – Deseje a sua felicidade sinceramente

O fato do relacionamento de vocês ter terminado não quer dizer que ambos não tenham o direito de encontrar a felicidade e ter uma segunda chance no amor, cada um por seu lado. Você a tem, e o seu ex também.
Se você conseguiu afastar o rancor, é o momento de afastar também os ciúmes e a inveja.


 Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/7-formas-manter-um-bom-relacionamento-ex/

domingo, 23 de abril de 2017

Algumas das coisas que fazem um homem broxar na hora H

A pressão da gostosura e paudurescência 

2 Dicas De Ouro Para Não Broxar Na Hora H

Tenho uma tese que compartilho com os amigos.  No Brasil, diferente dos EUA, parece haver um pré-requisito para o sujeito abrir o zíper: o pau já tem que estar duro.
É como se fosse um crédito pré-aprovado para deixar a guria tranquila de que é desejável e gostosa.
   
Você mesma comprova isso. Já ouvi de muitas pessoas que se relacionaram com americanos (e os filmes pornôs não me deixam mentir) o pau deles pode sair bem murcho da calça na hora da transa. Essa diferença sutil implica numa não exigência prévia, o pau vai subindo na medida em que a nudez, o toque, o trabalho operacional feminino surge.

Acredito que nossa pressão latina – um pouco afobada – criou uma subcultura sexual do pau duro logo de cara e isso pressiona o sujeito naquela fase que ele está tão desajeitado quanto ela para tirar a roupa.


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Outra coisa pouco revelada e que já ouvi de muitas mulheres lindas e altamente desejáveis, é que esse excesso de gostosura muitas vezes cria uma pressão extra por desempenho.
 É como se o sujeito se sentisse mais confortável num carro popular do que numa Ferrari: se ele derrapar ou não souber dar a partida, isso vai macular sua reputação. O homem não confessa, mas quando a gostosa dos sonhos dele abre as pernas, ele curte a paisagem, mas sente a responsabilidade pesar, pois sabe que é muita areia para o caminhão dele.

Além disso, se a mulher é linda e ele broxa o que isso pode provar sobre a masculinidade dele? Nada, a não ser que ele é ansioso, mas na cabeça do sujeito médio, isso é um medidor da macheza dele. Se a Ferrari engasga, a culpa é do piloto.

O desejo feminino intimidatório

O sonho de todo homem, supostamente, é encontrar uma mulher que não tenha frescuras sexuais e "compareça" sempre que ele quiser, como se fosse preciso apertar apenas um botão. O problema é que ele não sabe lidar com uma "sex machine", pois a capacidade orgástica dela pode ser ameaçadora perante as limitações do seu pinto.

Aqueles caras compulsivos, que transam até com poste não entram nessa métrica, mas na média, o homem prefere ter a sensação de controle sobre o desejo feminino.
Note que no sofá da sua casa o pau fica duro fácil, mas na hora que o sexo é mais possível não rola.

Não há nada de físico que explique isso a não ser a pressão emocional por desempenho que cria um ciclo de cobrança numa personalidade rígida e pouco fluida. Ele fica intimidado exatamente no ponto que poderá ser requisitado para o ato concreto. Enquanto está só na fase de ameaça, não parece haver impedimento.

O ciclo de ansiedade

A broxada é como uma síndrome do pânico. Depois de ter uma primeira crise espontânea, a segunda ocorre por medo de recorrer na anterior e assim interminavelmente, num ciclo de ansiedade que predispõe à próxima broxada. Normalmente, isso se deve a um perfil de personalidade carregada de cobrança, rigidez e certa obsessividade. O pensamento catastrófico é a marca registrada de quem não admite nada fora de seu controle e exige de si e dos outros (secretamente) a perfeição.

Normalmente, é aquele tipo de pessoa que não abre a boca quando contrariado, por polidez, mas que internamente fica se remoendo e repassando o problema interminavelmente numa processadora moral. Não raro se compraz em detonar a própria autoestima porque seu desempenho foi supostamente condenável.
É o tipo que não mata nenhum mosquito, mas se cobra com uma disciplina espartana como se fosse um assassino foragido.
É esse ponto que o homem broxado precisa atacar, sua rigidez e vulnerabilidade em falhar, fracassar, adoecer, falir e morrer. O homem que broxa é alguém que, em um sentido profundo, não aceita os limites da existência e da morte.

O performático vaidoso


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Há outro segredo pouco compreendido, mas para validar sua auto-reputação de garanhão, o homem precisa de uma mulher que ateste que ele mandou bem na cama. Para isso, ele usa medidores orgásticos para validá-lo como gemidos, tremores, vagina lubrificada (motivo pelo qual muitos se incomodam com a camisinha).
Uma mulher que não corresponde imediatamente ao seu apelo subliminar por feedback já coloca em xeque toda a confiança que ele tem. O que comprova que sua autoestima sexual é sempre muito frágil e facilmente rompida.

Inconscientemente, está brigando com a própria imagem e usa a mulher como um regulador de sua potência. Se ela não está super empolgada, excitada e molhada, ele avalia mal sua performance e não consegue virar o jogo sem implicar numa sucessão de cobranças e ansiedade que os levam à broxada inevitável.
Quanto mais esse homem se exige, por sentir que tem uma boa reputação, mais propenso a broxar, caso algo saia fora do script.

O pinto-rei

Homens não admitem, mas são enlouquecidamente apaixonados por um pinto: o seu. Tire o pinto de um homem e verá a personalidade dele murchar. Pintos moles ou pequenos movimentam uma industria milagreira de machos em crise com o seu valor pessoal. O homem sem seu pinto se sente como um soldado sem um revolver no meio de uma guerra. É como se ele nem existisse.

Chamamos as "preliminares" desse jeito porque elas representam tudo o que vem antes do pau na vagina, é exclusivamente em torno dele que a mágica aconteceria. Os homens não sabem brincar sem pinto, mas as mulheres homossexuais já aprenderam que o grande falo masculino pode ser dispensável e ainda assim tudo rolar lindamente. Só os homens não notaram isso.

Nesse sentido, desconhecem profundamente o que faz uma mulher feliz na cama. Já ouvi mulheres relatarem sexos incríveis com homens impotentes por questões orgânicas (câncer de próstata, diabetes, queda de testosterona).
A maneira como nossa cultura apresenta o sexo para as mulheres se converge para uma experiência mais complexa e com várias nuances emocionais que é reforçada na cama, mas não exclusivamente dependente de um pinto funcional. A mulheres menos conservadoras querem alegria, ousadia, desprendimento e interesse genuíno, o pinto duro é só uma entre muitas manifestações possíveis disso.
O casal que eventualmente quiser fazer o teste basta se propor a transar sem que o pinto seja utilizado em nenhum momento e veja milagres de criatividade e empenho acontecendo. A mulher agradecerá e pedirá bis.
Não quero rogar praga em ninguém, mas uma dose de ausência de pinto até ajudaria muitos homens a aumentar o repertório sexual, reforçando uma busca mais profunda por outras dimensões de sua mente e desejo.
Quando um homem procura terapia por causa de sua impotência costuma descobrir muito mais do que foi buscar, pois se abre para sua prepotência em suas aspirações sexuais e para a fragilidade perante seus medos, tristezas e receios.

O excesso de preocupação com o outro

Curiosamente as mulheres estranhas, que o homem tem pouca preocupação em agradar são aquelas que menos o ameaçam sexualmente e com as quais menos se preocupam e geram ansiedade. Como ele está mais conectado com seu desejo e pouco incomodado com o que ela gosta ou deixa de gostar, sua performance costuma ser mais desprendida, leve e pouco ansiosa. Broxadas acontecem com menos frequência nesses casos.
Qual costuma ser o subterfúgio de muitos homens na balada para diminuir a pressão sobre si mesmos? O álcoool, pois ele atua inicialmente sobre o córtex pré-frontal, responsável entre outras coisas pelo planejamento futuro, senso de consequência e julgamento moral. O que acaba diminuindo o excesso de preocupação com a opinião dos outros.

Paradoxalmente, a empatia, que é uma virtude fora da cama pode se transformar num obstáculo se mal utilizada na hora do sexo. O excesso de checagem obsessiva da satisfação da parceira pode deformar a empatia e transformá-la numa arma contra a própria mente do sujeito. Ao ficar neuroticamente querendo saber, minuto a minuto, como anda ele se desconcentra da real sensação e perde a naturalidade e alegria da situação concreta.

Checar o ibope pode fazer sua audiência cair exatamente porque tentará colocar mais força ou explosão na coisa toda. Sexo, antes de tudo é um espaço de fluidez e pessoas com personalidades rígidas perdem nesse quesito.

A brava e o broxa

Homens e mulheres podem ser tóxicos em suas relações, mas há uma dinâmica sutil particularmente problemática que costuma surgir em casais nos quais o homem entra num ciclo de fragilidade sexual. Aquele casal disfuncional que segue junto repetindo um script onde ele se mostra distante emocional e ela brava, insatisfeita e controladora.
Quanto mais brava ela fica, mais ele se afasta. Então, mais insatisfeita e controladora ela age, e ele recua ainda mais. A impotência dele é um manifesto inconsciente de sua raiva passiva e medo desta mulher, a qual ele não consegue compreender, apesar de fantasiar atender a todos os pedidos insaciáveis dela. Para ele, falta vigor e presença pessoal.

Para ela, clareza e capacidade de se saciar emocionalmente com autonomia. Nessa busca por fusão ele recua, não conseguindo se manifestar sexualmente com a pujança que gostaria. Esse não parece ser seu caso, mas é bom lembrar os demais leitores.

Então, não se martirize e nem cobre dele uma posição final. Muitos caras não voltam a procurar uma garota depois de uma broxada (muitos!) porque simplesmente não conseguem tolerar a ideia de sua fama se espalhar e ele ser conhecido como o fracasso do bairro.

Fique tranquila, saiba acolher esse tipo de derrota imaginária do homem, seja cúmplice na reabilitação moral dele. Jamais culpe a si mesma ou a ele, pois broxar tem pouco a ver com vontade, mas com o desejo de controlar o imaginário sexual, de si e do outro.
Relaxa, de verdade, e faça o mesmo com ele.

Fonte: https://papodehomem.com.br/ele-broxou-o-que-eu-fiz-de-errado-id-33/

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Dormir sem calcinha faz bem para a saúde íntima

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Dormir sem calcinha faz bem para a saúde íntima porque permite arejar o órgão sexual feminino. O excesso de calor na região favorece a proliferação das bactérias que normalmente habitam a vagina, mas em quantidade equilibrada.
Portanto, ficar sem a lingerie ao dormir ajuda a prevenir infecções. De quebra, você ainda leva outras vantagens, inclusive no campo sexual. Quer saber quais? Vem comigo!
Transpiração, umidade, pele abafada… nada disso é bom para saúde íntima da mulher. Porém, dormir como veio ao mundo é uma prática que também:
    • Pode aumentar a frequência sexual com seu parceiro, pelo estímulo visual e aquele contato meio despretensioso embaixo dos lençóis, sabe?
    • Serve como exercício de autoestima, pois você cria o hábito de estar com seu corpo sem nenhuma “capa”; aprende a amá-lo ainda mais.
    • Ajuda a fortalecer seu relacionamento, uma vez que o contato pele a pele impulsiona a produção de oxitocina, o “hormônio do amor”.
     • Favorece a liberação do hormônio do crescimento, já que, ao usar roupas na cama, a temperatura corporal sobe. Lembrando que o hormônio do crescimento é importante na recuperação da pele. Dormir nua – e fresquinha – ajuda até a atrasar o envelhecimento.

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É claro que a ideia de dormir completamente nua não agrada à todas, por vários motivos que devem ser respeitados. E para cuidar da flora vaginal não necessariamente temos que tirar toda a roupa. Mas fica a dica para unir o útil ao agradável.

Uma solução seria tirar apenas a peça íntima, para aquelas que não têm interesse na nudez total na hora de relaxar.
Se você é do time que acha desconfortável desapegar da lingerie à noite, tudo bem. Dê preferência, então, aos modelos mais soltinhos e com tecidos porosos. O algodão é sempre uma referência, e não está descartado.
Entretanto, a decisão depende da peça e do contexto, pois uma calcinha de algodão apertada traz menos vantagens do que uma de renda folgada. Já parou para pensar nisso?

Veja o caso do pijama, por exemplo. De que adianta estar sem calcinha, mas usando calças, por mais macio e nobre que seja o tecido delas? Vestir short amplo ou camisolas pode ser mais benéfico, mesmo com a lingerie por baixo.

Agora, aqueles protetores de calcinha vendidos para que a mulher fique com “sensação de frescor e roupa limpa o dia inteiro” são contraindicados porque dificultam a circulação de ar. Usá-los o dia inteiro, todos os dias, não é recomendado pela maioria dos médicos.
Portanto, esse hábito é mais prejudicial do que usar roupa íntima à noite, principalmente nos períodos mais quentes do ano.

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Dormir sem calcinha não é obrigatório, mas o fato é que ajuda a arejar a área; diminui corrimentos e até o excesso de suor.
Com as partes íntimas muito abafadas, o acúmulo de secreções tende a ser maior. Aí, a flora vaginal pode entrar em desequilíbrio.

O resultado é o crescimento anormal de algum microrganismo e as chateações típicas que isso provoca: coceira, ardor, corrimento, inflamação, etc.
As bactérias que vivem ali não suportam oxigênio. Elas gostam mesmo é de um cantinho quente e fechado para fazerem a “festa”.

É interessante destacar que a noite é perfeita para a pele respirar e se recuperar das agressões sofridas durante o dia. E mais: para ter um sono mais tranquilo e reparador, o mais indicado é ficar livre de peças de roupas que apertem, prendam, sufoquem ou impeçam o merecido descanso.

Dormir sem calcinha faz bem para a saúde íntima? Faz, assim como diversos outros cuidados com a higiene, principalmente no período menstrual e na amamentação, quando a umidade aumenta e a vulva fica mais sensível, precisando de limpeza mais frequente.

Existem regras e exceções quando o assunto é saúde íntima feminina. Por isso, não deixe de conversar com seu ginecologista para tirar as dúvidas que atrapalham seu bem-estar. E viva mais leve, solta e feliz, com ou sem lingerie para dormir.

Erupção Sexual Fim da Disfunção Erétil

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domingo, 9 de abril de 2017

7 mitos sobre o orgasmo e como chegar ao ápice do prazer


Especialista em sexualidade quebra os mitos sobre o orgasmo e ensina o melhor caminho para chegar lá
orgasmo dicas
Muitas mulheres acreditam sofrer desvantagens em relação aos homens em diversos pontos da natureza. Gravidez, menstruação e cólicas são algumas situações desagradáveis que os homens não enfrentam. Mas existe uma coisa em que as mulheres saem na frente quando o assunto é sexo: elas são capazes de ter orgasmos muito intensos e estes podem ser múltiplos, prolongando a sensação e experimentando picos sucessivos de intenso prazer.

A especialista em sexualidade e criadora do programa Mulheres Bem Resolvidas, Cátia Damasceno, ensina o melhor caminho para alcançar o ápice do prazer, e ainda elimina alguns mitos sobre o assunto. "Se você nunca teve orgasmos, não sabe o que está perdendo", provoca com bom humor a fisioterapeuta, especializada em uroginecologia.
Cátia, que também é coach de relacionamento, ressalta que as mulheres devem aproveitar essa vantagem. “Somente nós mulheres temos esse poder fisiológico, então vamos aproveitar”, aconselha. Assim, para eliminar os tabus sobre o assunto, ela separou 7 mitos que devem ser eliminados sobre o orgasmo múltiplo:
Mito 1 - Existe fórmula mágica:
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Erupção Sexual Fim da Disfunção Erétil

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A especialista explica que não existe um passo a passo para alcançar o orgasmo múltiplo, mas algumas práticas podem facilitar a chegada. “Técnicas como a ginástica íntima favorecem e intensificam a chegada desse tipo prazer”, conta.
Mito 2 - O intervalo entre um orgasmo e outro segue um padrão:
sexo orgasmo mitos 

Uma mulher é diferente da outra, por isso Cátia aconselha que elas não fiquem fazendo comparações. “O tempo entre um orgasmo e outro varia de uma mulher para outra, não existe uma regra”, explica. Ela completa que o tempo pode demorar poucos segundos ou alguns minutos.
Mito 3 - Orgasmos acontecem somente com penetração:

sexo orgasmo mitos 

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sábado, 1 de abril de 2017

Estudo aponta o efeito das redes sociais no término de muitas relações

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Estudo mostra o efeito das redes sociais no término das relações

Todos já assistimos a quando um amigo ou a sua parceira desrespeitam as regras aceitas do Facebook e outras rede sociais levam a cabo uma terrível separação, através da seção de comentários. Da mesma maneira, muitos de nós já leram (ou publicaram enquanto estavam bêbados) um post passivo-agressivo de (ou acerca) uma ex.
 
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Mas mesmo que todos tenhamos noção que colocar um ponto final numa relação, através de qualquer forma de media digital (Skype incluído) é uma coisa muito má, lidar com uma ex na era do Facebook e Instagram é um campo minado. E algumas pessoas magoam-se seriamente.
Um novo estudo sobre o impacto da internet nas separações, descobriu que mais de um terço das pessoas já experienciaram alguma forma de abuso digital por parte de um ex parceiro, nos últimos 5 anos.
Não estamos falando apenas de ver fotografias da tua ex no Facebook com o novo namorado viajando de primeira classe, bebendo champanhe e comendo morangos a caminho de Paris, mas de ameaças ou ações que causam imenso stress e ansiedade.

Os que responderam ao inquérito indicaram ter vivido uma série de comportamentos abusivos, desde stalking a perseguições, ou ter publicações falsas ou grosseiras acerca delas partilhadas online. Basicamente, as pessoas parecem começar a levar as suas frustrações para o mundo virtual, em vez de escrever numa carta privada ou diário, ou de recorrer aquilo que seria a terapia, nos dias anteriores ao Twitter.
Talvez de forma surpreendente, mais homens do que mulheres admitem ter sido vítimas deste tipo de abuso, apesar de não terem sido encontradas, por exemplo, ligações entre estas experiências e a idade ou a educação.

Parece que todos os tipos de pessoas podem ser culpadas deste pecado digital, e, já que mais de metade dos entrevistados consideraram este tipo de abuso como sendo extremamente estressante, os investigadores concluíram que o inquérito "fornece evidências fortes de que é necessária mais investigação acerca deste assunto."

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